Aconteceu na manhã desta quarta-feira (22), na Vila Tauri, município de Itupiranga, a audiência publica realizada pelo Ministério Público Federal (MPF) junto às comunidades que serão impactadas pela dragagem e derrocagem do Pedral do Lourenção.

Com previsão de inicio para março de 2024, a obra têm como objetivo a retirada de rochas ao longo de 35 quilômetros do Rio Tocantins dentro do município de Itupiranga, tornando o Rio navegável.

A audiência publica promovida pelo MPF têm como objetivo ouvir as demandas de todas as comunidades tradicionais que serão impactadas pela hidrovia, de forma direta ou indiretamente.

“O Ministério Público Federal veio aqui ouvir a população para depois confrontar com as informações do IBAMA e DNIT. O MPF tem a compreensão que o que vamos ouvir hoje aqui, é interesses da população que não estavam colocados no licenciamento. Ouvir as comunidades que vão ser impactadas com a obra do derrocamento é de fundamental importância para que no futuro não possamos corrigir erros do passado”, falou o Procurador regional da República, Dr. Felício Pontes.

O presidente da Câmara de Vereadores de Itupiranga, Elton do Galpão falou em nome do parlamento municipal. Em sua fala, Elton ressaltou a importância da obra para o município de Itupiranga, para o Pará e para o Brasil, no entanto, o presidente disse que fazer a obra sem ouvir o povo de Itupiranga, em especial os povos ribeirinhos, seria um crime. “Foi por esse motivo senhora e senhores, que ao descobrir que Itupiranga não estava inclusa para receber a audiência pública, que protocolamos um oficio assinado pelos treze vereadores solicitando ao MPF essa audiência aqui no município de Itupiranga”. Finalizou o Presidente Elton do Galpão.
A Câmara de vereadores de Itupiranga esteve representada pelos vereadores, Presidente Elton do Galpão, Wagno Godoy, Angela Lima, Erick Alves, Pastor Rarison, Tonico Marinho, Edilson Santos, Marcone Ferraço e Junior Belchior.

FONTE: ASCOM / CMI.

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